{"id":3465,"date":"2025-01-16T12:33:38","date_gmt":"2025-01-16T11:33:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.halifax-consulting.com\/br\/blog\/\/"},"modified":"2025-01-20T12:30:47","modified_gmt":"2025-01-20T11:30:47","slug":"mark-zuckenberg","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.halifax-consulting.com\/br\/blog\/mark-zuckenberg\/","title":{"rendered":"<strong>Obrigado Mark Zuckerberg, hoje me liberei das minhas cadeias!<\/strong>"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hoje de manh\u00e3, comentava um post interessante no LinkedIn de um prospecto. Embora claramente escrito pela IA, ele entregava conte\u00fado relevante sobre como ter melhor comunica\u00e7\u00e3o. <\/h2>\n\n\n\n<p>Junto a ele, tinha uma imagem de um bloco de madeira sobre um abismo com um interlocutor a cada lado, passando a ideia de que a comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma ponte. Eu comentei: <em>\u201cEst\u00e1 correta a imagem. Etimologicamente &#8220;comunica\u00e7\u00e3o&#8221; \u00e9 a a\u00e7\u00e3o de p\u00f4r em comum. Nesse sentido gostei da imagem da ponte, na qual cada interlocutor \u00e9 respons\u00e1vel por colocar em comum a sua parte, o seu pilar da ponte.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Fiz isso, e sob recomenda\u00e7\u00e3o do meu amigo <a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/bastosalexandre\/\">Alexandre Bastos,<\/a> desinstalei os app do Facebook e do Instagram do meu celular. Me senti melhor. Tem um minuto? Te explico o porqu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>De <a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/vincent-parachini\/\">Vincent Parachini<\/a>, socio diretor da <a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/halifax-consulting-brasil\/\">Halifax Consulting Brasil<\/a><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Se comunicar \u00e9 p\u00f4r em comum, por que se escuta t\u00e3o pouco hoje em dia?<\/h3>\n\n\n\n<p>Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou que vai mudar as pol\u00edticas de conte\u00fado das suas plataformas que hoje contam com modera\u00e7\u00e3o de conte\u00fado (Instagram, Facebook e Threads), juntamente com o fim do uso da checagem de fatos em publica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Vivemos em uma era onde a comunica\u00e7\u00e3o reativa e polarizada domina o cen\u00e1rio p\u00fablico e privado. As plataformas digitais moldaram a maneira como nos conectamos e consumimos informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>E o ponto \u00e9 esse mesmo: passamos de comunicarmos a consumir informa\u00e7\u00f5es, tendo a impress\u00e3o de nos estar comunicando.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora ofere\u00e7am benef\u00edcios ineg\u00e1veis, essas plataformas tamb\u00e9m alimentam fen\u00f4menos que perturbam fortemente uma comunica\u00e7\u00e3o objetiva.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Conhe\u00e7a a origem do mal ou como as Redes Sociais exploram a fisiologia humana<\/h3>\n\n\n\n<p>Nossa comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 profundamente influenciada por nosso sistema nervoso e nossos instintos b\u00e1sicos. O c\u00e9rebro humano \u00e9 dividido, simplificadamente, em tr\u00eas grandes \u00e1reas: o c\u00e9rebro reptiliano, respons\u00e1vel por rea\u00e7\u00f5es autom\u00e1ticas e de sobreviv\u00eancia; o sistema l\u00edmbico, onde as emo\u00e7\u00f5es predominam; e o neoc\u00f3rtex, respons\u00e1vel pelo pensamento racional e linguagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando nos comunicamos, nosso sistema l\u00edmbico muitas vezes reage antes que o neoc\u00f3rtex possa processar a informa\u00e7\u00e3o, e a nossa percep\u00e7\u00e3o \u00e9 moldada por atalhos mentais \u2014 os chamados vieses cognitivos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os algoritmos dessas plataformas s\u00e3o projetados para maximizar o engajamento. Eles priorizam conte\u00fados que geram emo\u00e7\u00f5es intensas \u2014 especialmente raiva, indigna\u00e7\u00e3o e medo. A l\u00f3gica \u00e9 simples: quanto mais tempo passamos interagindo, mais dados fornecemos, e maior \u00e9 o lucro gerado. Mas o custo relacional \u00e9 alto.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, um usu\u00e1rio que interage com uma postagem polarizadora recebe <strong>MAIS<\/strong> conte\u00fados semelhantes, criando um ciclo de refor\u00e7o. Esse ciclo, chamado de <strong>&#8220;bolha de filtro&#8221;<\/strong>, agrava o <strong>vi\u00e9s de confirma\u00e7\u00e3o<\/strong> \u2014 a tend\u00eancia de buscar e acreditar em informa\u00e7\u00f5es que validem nossas opini\u00f5es pr\u00e9-existentes, ignorando evid\u00eancias contr\u00e1rias. Logo, quanto mais exposi\u00e7\u00f5es ao mesmo relato, mais \u201cverdadeiro\u201d ele nos parece.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, o <strong>vi\u00e9s de prefer\u00eancia<\/strong> tamb\u00e9m entra em jogo: priorizamos conte\u00fados que s\u00e3o mais f\u00e1ceis de consumir ou que refor\u00e7am nosso senso de pertencimento. Assim, comunidades se tornam cada vez mais homog\u00eaneas, fechadas em &#8220;c\u00e2maras de eco&#8221; que dificultam o di\u00e1logo entre grupos diferentes.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Cultura confrontacional e \u201cAbestamento\u201d: o custo social<\/h3>\n\n\n\n<p>A combina\u00e7\u00e3o dessas din\u00e2micas cria um terreno f\u00e9rtil para a dissemina\u00e7\u00e3o de fake news. Pesquisas mostram que informa\u00e7\u00f5es falsas se espalham mais r\u00e1pido do que as verdadeiras, pois frequentemente apelam para emo\u00e7\u00f5es intensas. Isso \u00e9 agravado por nossa fisiologia, ativando <strong>vi\u00e9s de negatividade<\/strong> &#8211; a mente humana presta mais aten\u00e7\u00e3o a informa\u00e7\u00f5es negativas, pois historicamente isso ajudava na sobreviv\u00eancia &#8211; ao nos depararmos com conte\u00fados que evocam medo ou raiva, o sistema l\u00edmbico ativa a resposta de luta ou fuga, diminuindo nossa capacidade de an\u00e1lise cr\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado? Um ambiente onde a comunica\u00e7\u00e3o deixa de ser um <strong>canal de conex\u00e3o para se tornar uma arena de confronto<\/strong>. Vemos isso diariamente em coment\u00e1rios inflamados, grupos divididos e at\u00e9 no colapso de relacionamentos pessoais e profissionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas ao meu ver, tem um outro problema, muito mais grave: <strong>nada novo se cria no id\u00eantico<\/strong>. Para aprender algo, voc\u00ea precisa estar aberto ao diferente e abra\u00e7ar a confus\u00e3o e a perplexidade nas quais te deixa o novo. Quanto mais exposto ao diferente, mais enriquecidas s\u00e3o as suas reflex\u00f5es sobre as suas tarefas habituais permitindo que voc\u00ea fa\u00e7a novas conex\u00f5es entre assuntos conhecidos. Isso se chama: Serendipidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A Serendipidade \u00e9 a ocorr\u00eancia de descobertas afortunadas e valiosas de maneira inesperada, geralmente enquanto busca-se por algo completamente diferente.<\/p>\n\n\n\n<p>Passando tempo nas redes sociais n\u00e3o vai aprender nada novo, pois est\u00e3o programadas para eliminar a possibilidade de serendipidade, conduzindo a um empobrecimento cognitivo, a um achatamento do mundo no qual vivemos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A hegemonia da cultura reativa e opinativa ou a obje\u00e7\u00e3o insuper\u00e1vel: o custo comercial<\/h3>\n\n\n\n<p>Veja as suas faculdades racionais como um m\u00fasculo, quanto mais s\u00e3o treinadas, mais perspicaz voc\u00ea se torna.<\/p>\n\n\n\n<p>Em poucas palavras, as redes sociais refor\u00e7am as suas opini\u00f5es e prefer\u00eancias existentes, dessensibilizando, desabilitando, enfraquecendo o nosso senso cr\u00edtico, a nossa capacidade de racioc\u00ednio, de libre arbitro e de duvidar do que v\u00ea, escuta e sente.<\/p>\n\n\n\n<p>Se tudo se julga, se apoia, se decide em um clic, durante o furtivo momento de um Like, se ter uma opini\u00e3o \u00e9 mais valorado do que ter uma reflex\u00e3o, nos tornamos ref\u00e9m dos nossos automatismos.<\/p>\n\n\n\n<p>Se os nossos clientes normalizam isso nos seus processos de compra, j\u00e1 que, como pessoas, s\u00e3o membros das redes sociais antes de ter um cargo corporativo, eles s\u00e3o mais prop\u00edcios a opinar sobre a sua proposta de valor antes mesmo de avali\u00e1-la objetivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Para n\u00f3s, l\u00edderes comerciais isso \u00e9 ter um dem\u00f4nio adicional a combater: uma objec\u00e7\u00e3o insuper\u00e1vel. Pois se n\u00e3o existir espa\u00e7o para avaliar objetivamente na cabe\u00e7a do cliente, n\u00e3o h\u00e1 maneira de superar as suas obje\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Por que \u00e9 relevante saber disso como l\u00edder (comercial)? &#8211; Aprendamos com a Ana<\/h3>\n\n\n\n<p>Vamos ilustrar com uma anedota. &nbsp;Ana, diretora comercial de uma grande empresa de tecnologia, participa de uma reuni\u00e3o estrat\u00e9gica com sua equipe. Durante a discuss\u00e3o, um membro da equipe questiona a viabilidade de uma estrat\u00e9gia proposta. Sentindo-se amea\u00e7ada, Ana interpreta o coment\u00e1rio como um ataque pessoal. Sem perceber, ela responde defensivamente, interrompendo o fluxo criativo da reuni\u00e3o e minando a confian\u00e7a da equipe.<\/p>\n\n\n\n<p>O que aconteceu aqui? Ana foi v\u00edtima do vi\u00e9s de negatividade e de sua resposta fisiol\u00f3gica instintiva. Sua escuta ficou comprometida, e a oportunidade de fomentar uma discuss\u00e3o produtiva foi perdida.<\/p>\n\n\n\n<p>Para l\u00edderes (comerciais), a consci\u00eancia desses mecanismos \u00e9 vital. Se voc\u00ea est\u00e1 me lendo at\u00e9 aqui, n\u00e3o d\u00e1 para duvidar da sua inten\u00e7\u00e3o de ser um l\u00edder benevolente e voc\u00ea deve se perguntar: \u201ccomo saio disso?\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Quando conversamos a respeito e que a Ana, a minha coachee, tomou consci\u00eancia do impacto dos seus vieses e da relev\u00e2ncia de \u201cretomar controle das suas decis\u00f5es\u201d dado o contexto atual. Ent\u00e3o me pediu um livro \u201cnovo\u201d para aprender sobre como dominar os seus impulsos. Se espantou com a minha resposta: \u201cConhe\u00e7a P\u00e9ricles, leia Arist\u00f3teles e Plat\u00e3o\u201d<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O Velho ao servi\u00e7o do Novo &#8211; Os 3 Crivos de S\u00f3crates como guia de autocontrole<\/h3>\n\n\n\n<p>A Hist\u00f3ria atribuiu a S\u00f3crates a seguinte par\u00e1bola: Os 3 crivos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAntes de falar, passe suas palavras por tr\u00eas crivos. O que estou por dizer:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>\u00c9 verdade? (Objetivamente baseado em fatos)<\/li><li>\u00c9 bondoso? (Empaticamente compassivo com o outro e os seus desafios)<\/li><li>\u00c9 ben\u00e9fico? (Funcionalmente serve para fazer progredir o nosso entendimento comum)<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Encontro que os 3 crivos de S\u00f3crates oferecem um framework pr\u00e1tico para l\u00edderes que desejam liderar com intencionalidade e desenvolver uma deliberada escuta e resposta conscientes. Funciona para voc\u00ea refletir e cultivar uma resposta racional \u00e0s injun\u00e7\u00f5es da vida. Mas tamb\u00e9m pode ser uma guia para cultivar essa capacidade nos outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo.<\/p>\n\n\n\n<ol type=\"1\"><li><strong>\u00c9 verdadeiro?<\/strong><br>Antes de reagir, desafie a validade da informa\u00e7\u00e3o.<ul><li><strong>Exemplo:<\/strong> Um cliente reclama que o pre\u00e7o de um servi\u00e7o est\u00e1 muito alto. Em vez de responder defensivamente, voc\u00ea pode perguntar: &#8220;Quais s\u00e3o os custos que voc\u00ea teria se n\u00e3o encontrar um servi\u00e7o igual ao nosso?&#8221;<\/li><\/ul><\/li><li><strong>\u00c9 \u00fatil?<\/strong><br>Avalie se a informa\u00e7\u00e3o ou resposta contribui para o progresso da rela\u00e7\u00e3o.<ul><li><strong>Exemplo:<\/strong> Em uma reuni\u00e3o de vendas, um colaborador critica a abordagem da equipe em uma apresenta\u00e7\u00e3o interna, expressando d\u00favidas sobre as chances de sucesso do plano. Redirecione: &#8220;Que sugest\u00f5es espec\u00edficas voc\u00ea tem para melhorarmos isso?&#8221;<\/li><\/ul><\/li><li><strong>\u00c9 ben\u00e9fico?<\/strong><br>Reflita sobre o impacto emocional da resposta.<ul><li><strong>Exemplo:<\/strong> Um membro da equipe afirma que &#8220;ningu\u00e9m entende a nova estrat\u00e9gia da empresa&#8221;. Engaje com: &#8220;Que exemplos ou feedback direto de clientes voc\u00ea pode compartilhar conosco que ilustram essa dificuldade?&#8221;<\/li><\/ul><\/li><\/ol>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">A Lideran\u00e7a Benevolente e a \u201cAcademia mental\u201d: Um Ant\u00eddoto \u00e0 Polariza\u00e7\u00e3o ambiente<\/h3>\n\n\n\n<p>Sempre acreditei que a lideran\u00e7a era um privil\u00e9gio e uma responsabilidade. Sempre me convocou estar ao servi\u00e7o dos outros. E s\u00f3 consegui realmente entender como faz\u00ea-lo quando percebi que tudo come\u00e7a pela \u201cAutolideran\u00e7a\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O endomarketing corporativo nos imp\u00f5e muitas injun\u00e7\u00f5es, at\u00e9 as colocam nas paredes dos escrit\u00f3rios. S\u00e3o os famosos valores. Temos de ser \u201ccolaborativos, criativos, ter esp\u00edrito de dono, desafiar o status-quo, etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Nada disso se torna uma realidade se n\u00e3o entendemos como funcionamos e como aprendemos. Ser um l\u00edder benevolente requer uma autovigil\u00e2ncia constante. Requer horas e horas de \u201cAcademia mental\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea vai para Academia? Gosta de como fica o seu corpo? Da sensa\u00e7\u00e3o de progresso \u00e0 medida que consegue correr, pular, remar, nadar mais tempo? Entendo completamente. Eu aprendi a gostar. Odiava isso. Deixa-me te fazer uma pergunta: <strong>\u201cE a sua mente, treina quantas horas por semana\u201d?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O ponto essencial \u00e9 que \u00e9 preciso muito mais horas para treinar a sua mente a ter dom\u00ednio cr\u00edtico e racional dos seus impulsos do que o seu corpo ser capaz de correr 15 km.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">\u201cBora pro treino ent\u00e3o?\u201d<\/h3>\n\n\n\n<p>Como voc\u00ea lida com informa\u00e7\u00f5es conflitantes no seu dia a dia? Quanto tempo voc\u00ea toma antes de responder a uma opini\u00e3o chamativa que choca com as suas cren\u00e7as?<\/p>\n\n\n\n<p>Quando \u00e9 a \u00faltima vez que voc\u00ea indagou para entender uma opini\u00e3o diferente da sua, em vez de responder imediatamente?<\/p>\n\n\n\n<p>E finalmente, quando voc\u00ea vai se libertar de verdade e desinstalar os Apps do Facebook e do Instagram?<\/p>\n\n\n\n<p>Eu fiz hoje, gra\u00e7a ao meu amigo Alexandre e me sinto muito agradecido por isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre o autor:<\/p>\n\n\n\n<p>Como s\u00f3cio-diretor da LATAM na Halifax Consulting, Vincent se dedica a impulsionar o crescimento estrat\u00e9gico e aprimorar a produtividade dos neg\u00f3cios na Am\u00e9rica Latina. Ex-CEO com mais de 15 anos de experi\u00eancia na gest\u00e3o de neg\u00f3cios internacionais na BIC, 25 anos em vendas e 8 em treinamento e consultoria, ele \u00e9 apaixonado por ajudar empresas a alcan\u00e7arem seus objetivos por meio de solu\u00e7\u00f5es personalizadas e insights pr\u00e1ticos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje de manh\u00e3, comentava um post interessante no LinkedIn de um prospecto. Embora claramente escrito pela IA, ele entregava conte\u00fado relevante sobre como ter melhor comunica\u00e7\u00e3o. Junto a ele, tinha uma imagem de um bloco de madeira sobre um abismo com um interlocutor a cada lado, passando a ideia de que a comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma ponte. Eu comentei: \u201cEst\u00e1 correta a imagem. Etimologicamente &#8220;comunica\u00e7\u00e3o&#8221; \u00e9 a a\u00e7\u00e3o de p\u00f4r em comum. 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